All for Joomla All for Webmasters
Dakar 2018

GALERIA: As motos que vão correr no Dakar

Créditos: HIMOINSA Racing Team/Flirck

O Rally Dakar é a mais dura prova de rali do mundo. Durante duas semanas, os pilotos vão estar a completar um total de 9 000km percorrendo toda a América do Sul. Para tal, terão à sua disposição autênticas motos que permitem andar no limite e dentro da rota prevista, através de um roadbook e de um sistema de GPS integrado.

A KTM vai para o Dakar com uma nova máquina. O objetivo é bastante simples: voltar a vencer, conquistando a 17.ª vitória consecutiva. Após dois anos de desenvolvimento, a moto austríaca está mais elegante e leve que a sua antecessora. Este ano, a KTM apresenta um motor totalmente novo, com um maior desempenho e um sistema de gestão melhorado, pelo que a sua resposta às ordens do piloto deverá estar mais afinada. Sam Sunderland, Matthias Walkner, Toby Price e Antoine Meo serão os nomes que vão estar aos comandos desta ‘menina’.

A maior ameaça ao reinado da KTM é a própria Honda. Em 2013, a participação da equipa da HRC baseou-se num protótipo que tem o ADN de uma moto de Enduro. Esta decisão acabou por gerar um conjunto de informações valiosas que acabou por ser aplicado na CRF450. Dois anos mais tarde, a moto foi atualizada nos aspetos eletrónicos e para este ano a moto japonesa voltou a levar um novo banho. Joan Barreda, Kevin Benavides, Ricky Brabec e Michael Metge foram os escolhidos para pilotar a máquina vermelha. Paulo Gonçalves também foi um dos nomes escolhidos, mas o piloto acabou por ficar afastado recentemente.

A Yamaha vai correr no Dakar com uma WR450F fortemente alterada. A base é, também, uma moto de Enduro mas com um upgrade próprio para conseguir acompanhar o ritmo dos mais fortes. Adrien Van Beveren, Xavier de Soultrait, Franco Caimi e Rodney Faggotter foram os escolhidos para abraçar a competição deste ano.

Laia Sanz e Luica Benavides vão para o Dakar enquanto membros de uma equipa ‘satélite’ da KTM. As mudanças limitam-se apenas a questões de aparência/patrocinadores com ambos os atletas a competirem com as mesmas armas que a equipa oficial da marca austríaca.

A Team Himoinsa é uma das principais equipas privadas que vai competir no rali mais duro do mundo. Gerard Farres terminou em terceiro na edição do ano passado e por isso mesmo não deverá ser posto de parte. A equipa poderá contar, também, com Ivan Cervantes que irá ajudar o seu colega de equipa aos comandos de uma KTM 450 Rally.

A Husqvarna tornou Pablo Quintanilla campeão mundial em 2017 e espera conseguir colocar o piloto no final do evento. Para este ano, a fabricante irá contar, também, com Andrew Short aos comandos de uma FR450 Rally.

A Gas Gas volta ao Dakar em 2018 com Johnny Aubert, Jonathan Barragan e Cristian Espana com o apoio de Giovanni Sala. Por voltar a ser o primeiro ano no rali, os pilotos não possuem altas expectativas, optando por preferir ser constantes ao longo das duas semanas.

Sherco é mais uma das fabricantes a fazer parte da lista de fabricantes inscritas. Este ano, a marca fundada em Espanha terá uma 450 SEF-R como base para a moto deste ano. A equipa testou na América do Sul e espera que esses mesmos testes a tenham ajudado. Agora, é arrancar para o rali e esperar que o seu desempenho seja competitivo.

Por fim, a Hero Motorsport é o único fabricante com sede na Índia presente no Dakar. A parceria com a Speedbrain GmbH é essencial para conseguir colocar os seus pilotos entre os melhores de todo o pelotão. No ano passado, Joaquim Rodrigues foi o 10.º da geral, antes de ter sido relegado para 12.º na secretaria. Para este ano, a marca conta com os serviços de Rodrigues, CS Santosh e Oriol Mena enquanto participa pela segunda vez no Dakar.

Fonte: Enduro21

GALERIA: As motos que vão correr no Dakar
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

To Top
Twitter Auto Publish Powered By : XYZScripts.com