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Moto2

A KTM, os rivais e a classe rainha: a entrevista de Miguel Oliveira ao site oficial do MotoGP

Créditos: Gold and Goose

‘Se eu ganhar não é só a KTM (MotoGP) que me vai querer’. Esta é uma das frases de Miguel Oliveira na entrevista recente ao site oficial do MotoGP, e que aqui deixamos para que possa ler em português.

  • Já testaste a nova KTM?

Experimentámos a moto de 2018, vamos fazendo mudanças à do ano passado. Neste momento é complicado encontrar onde podemos melhorar décimas. Agora que estamos à frente, é cada vez mais complicado encontrar algo que possamos melhorar, contam mais as sensações do piloto com a moto. Melhorámos o início da corrida, que antes era um dos nossos pontos fracos.

  • Em que é que a KTM é melhor que as outras?

Agora estamos iguais ao que é a Kalex e a Suter. Há muitos anos que são rápidas e os tempos têm melhorado muito. Por mais que evoluamos as distâncias não serão grandes porque os pneus são os mesmos e o motor também. Muitas vezes estamos perto, mas depois vemos que não conseguimos [ultrapassar].

  • Vês-te como favorito? 

Quando és terceiro no campeonato e os dois primeiros sobem ao MotoGP™, é evidente. Eu mesmo coloco esse objetivo: lutar pelo campeonato. A nossa filosofia é ir corrida a corrida, ir construindo as nossas boas sensações. Temos de ser regulares, é [uma competição] muito grande. Podem acontecer muitas coisas. O importante é não falhar nas corridas em que não vamos bem, o importante é ser consistente.

  • Com quem vais lutar pelo campeonato?

Em primeiro na lista estará o Bagnaia, tem que tem estado a crescer. Naturalmente teremos o meu companheiro de equipa (Binder), o Márquez, o Pasini. O Mir também será um piloto muito duro: tenho muito respeito pelo seu trabalho: fará uma temporada em crescendo.

  • Testaste em MotoGP no ano passado. Achas que podes subir?

Depende dos resultados, se eu ganhar não é só a KTM que me vai querer. Mas também há a opção de subir com a KTM. Para que uma equipa te contrate tens estar lá [em cima]. Não é a minha prioridade estar a pensar nisso agora. Quero focar-me em conseguir bons resultados. 

  • Este é o ano mais importante da tua carreira?

Sim. É um ano em que posso lutar pelo campeonato e que coincide com a altura em que alguns pilotos do MotoGP acabam contrato. Tenho mais oportunidades de subir. Se não subir também não há problema: começa um ano novo com motores novos. Mas logicamente, como ambição pessoal, gostava de subir ao MotoGP™.

Pode ler a peça original, aqui, em espanhol: http://www.motogp.com/es/noticias/2018/02/05/oliveira-este-es-el-ano-mas-importante-de-mi-carrera/248980

A KTM, os rivais e a classe rainha: a entrevista de Miguel Oliveira ao site oficial do MotoGP
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